Sete filmes serão exibidos de forma gratuita, no próximo domingo, no Cinema São Luiz

Boa notícia para os nordestinos fãs de terror! Neste domingo, dia 27/07, às 18:45, ocorrerá a mostra Panoramas do Horror no Nordeste no Cinema São Luiz. Sob a curadoria de Queops Negronski, serão exibidos 7 filmes que atravessam as sombras do imaginário nordestino, com criaturas, assombrações, maldições e presenças que habitam entre o real e o fantástico.
As sessões serão gratuitas, com entrada por ordem de chegada, sem a necessidade de retirada de ingresso. O Cinema São Luiz é um cinema de rua e cine-teatro brasileiro localizado na R. da Aurora, 175 – Boa Vista, Recife.
Confira abaixo os filmes que serão exibidos:
- A BOTIJA, O BEATO E A BESTA-FERA
Após um sonho, Beato enfrenta um dilema: ir atrás da botija e sucumbir à ganância ou se resignar na fé de dias melhores. Inspirado nas tradicionais histórias de botijas e na literatura de cordel, comuns no Nordeste brasileiro, A Botija, o Beato e a Besta-Fera traz uma jornada hermética de desvendamento num Sertão fantástico.
- CLAUDIO
Claudio caminha pela cidade sem perceber que não está só.
- MÃE
Em um povoado isolado no Sertão nordestino, homens desaparecem misteriosamente. Luís, 11 anos, começa a desconfiar que sua mãe, com quem vive após o abandono do pai, esteja envolvida nesses sumiços. à medida em que a linha entre o real e o sobrenatural se estreita, o abandono leva mãe e filho a tomarem decisões irreversíveis.
- 100 em 1
Como um vírus contagioso, a maldição acelera sua vida em um minuto.
- MONSTRO DA VÁRZEA
Uma criatura misteriosa assusta moradores no tradicional bairro da Várzea, no Recife. A lenda urbana se torna realidade quando é registrada pelas câmeras de um morador.
- QUANDO A NOITE CHEGAR, PISE DEVAGAR
Quando Caia se muda para um novo apartamento, coisas estranhas começam a acontecer. Assombrada por uma presença inexplicável, ela busca nos espíritos as forças para enfrentar seus medos.
- CARNE MACHO
Ele camufla os sentimentos através da pele e anseia que sua carne se rasgue algum dia. Uma ode poética ao fetichismo do corpo, suor e sangue, um fantasma ardente.

