cinema sob uma perspectiva contra-hegemônica

‘Quarteto Fantástico’: Primeiros Passos’, um recomeço bastante positivo do MCU

O novo filme do primeiro grupo de super-heróis da Marvel estreia na próxima quinta-feira, dia 24.

Caso eu arrumasse uma máquina do tempo e voltasse para o fim de abril de 2019 e falasse para os eufóricos fãs do Universo Cinematográfico da Marvel, na saída das sessões de Vingadores: Ultimato que o estúdio iria entrar numa fase com filmes de qualidade bem questionável, eu iria ser tratado como louco ou, quem sabe, até ser agredido. Até porque  Vingadores: Ultimato representou com bastante êxito a celebração de 10 anos da Marvel no cinema. Naquele momento era difícil imaginar que viriam a seguir produções de nível abaixo como foram Eternos, Thor: Amor e Trovão e  Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania. Pois essa fase ruim chegou e parecia que ela não teria mais fim.

E, coincidentemente, coube ao novo filme do primeiro grupo de super heróis da Marvel nos quadrinhos representar um possível fim para esse tenebroso inverno da Casa das Ideias no cinema. E, coincidentemente, coube ao novo filme do primeiro grupo de super heróis da Marvel nos quadrinhos representar um possível fim para esse tenebroso inverno da Casa das Ideias no cinema. Quarteto Fantático, dirigido por Matt Shakman, é, de longe, o melhor filme desde Guardiões da Galáxia Vol. 3. Na trama, que se passa num universo alternativo, a Terra 828, acompanha o grupo composto pelo gêniial Senhor Fantástico. Reed Richards (Pedro Pascal), a Mulher Invisível, Susan Richards (Vanessa Kirby), o Tocha Humana. Jonathan Storm (Joseph Quin) e o Coisa, Bem Grimm (Ebon Moss Bachrach). Em virtude de o grupo já ter tido duas versões diferentes no cinema (e uma terceira, a de 1994, que não chegou a estrear nos cinemas, mas o filme pode ser visto no YouTube), a versão de Sakman não se prende muito à origem. Ela é rapidamente contada por meio de um programa comemorando os quatro anos do Quarteto Fantástico, cujos integrantes são grandes celebridades por serem os únicos heróis daquela Terra.

Contada de forma breve a conhecida origem, onde o grupo vai para o espaço e acaba sendo vítima de uma chuva de raios solares que faz com que eles tenham o seu DNA modifica e, consequentemente, adquirindo superpoderes. Além da breve origem, o início do filme serve para ser estabelecido para o público o sentimento de família que une os quatro. Nas primeiras cenas, por exemplo, vemos a interação entre Sue e Reed, onde ela revela ao marido estar grávida. Depois vemos a interação entre Johnny e Bem. Esse sentimento de família é bem construído e é fundamental para a trama, pois com a iminente chegada do ameaçador Galactus, anunciada pela arauta do Devorador de Mundos, a Surfista Prateada, o núcleo familiar se vê ameaçado por uma exigência do vilão para não destruir o mundo do Quarteto Fantástico.E, coincidentemente, coube ao novo filme do primeiro grupo de super heróis da Marvel nos quadrinhos representar um possível fim para esse tenebroso inverno da Casa das Ideias no cinema. Quarteto Fantático, dirigido por Matt Shakman, é, de longe, o melhor filme desde Guardiões da Galáxia Vol. 3. Na trama, que se passa num universo alternativo, a Terra 828, acompanha o grupo composto pelo gêniial Senhor Fantástico. Reed Richards (Pedro Pascal), a Mulher Invisível, Susan Richards (Vanessa Kirb), o Tocha Humana. Jonathan Storm (Joseph Quin) e o Coisa, Bem Grimm (Ebon Moss Bachrach). Em virtude de o grupo já ter tido duas versões diferentes no cinema (e uma terceira, a de 1994, que não chegou a estrear nos cinemas, mas o filme pode ser visto no YouTube), a versão de Sakman não se prende muito à origem. Ela é rapidamente contada por meio de um programa comemorando os quatro anos do Quarteto Fantástico, cujos integrantes são grandes celebridades por serem os únicos heróis daquela Terra.

Contada de forma breve a conhecida origem, onde o grupo vai para o espaço e acaba sendo vítima de uma chuva de raios solares que faz com que eles tenham o seu DNA modifica e, consequentemente, adquirindo superpoderes. Além da breve origem, o início do filme serve para ser estabelecido para o público o sentimento de família que une os quatro. Nas primeiras cenas, por exemplo, vemos a interação entre Sue e Reed, onde ela revela ao marido estar grávida. Depois vemos a interação entre Johnny e Bem. Esse sentimento de família é bem construído e é fundamental para a trama, pois com a iminente chegada do ameaçador Galactus, anunciada pela arauta do Devorador de Mundos, a Surfista Prateada, o núcleo familiar se vê ameaçado por uma exigência do vilão para não destruir o mundo do Quarteto Fantástico. Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, dirigido por Matt Shakman, é, de longe, o melhor filme desde Guardiões da Galáxia Vol. 3. A trama, que se passa num universo alternativo, a Terra 828, acompanha o grupo composto pelo gênial Senhor Fantástico. Reed Richards (Pedro Pascal), a Mulher Invisível, Susan Richards (Vanessa Kirb), o Tocha Humana. Jonathan Storm (Joseph Quin) e o Coisa, Bem Grimm (Ebon Moss Bachrach). Em virtude de o grupo já ter tido duas versões diferentes no cinema (e uma terceira, a de 1994, que não chegou a estrear nos cinemas, mas o filme pode ser visto no YouTube), a versão de Sakman não se prende muito à origem. Ela é rapidamente contada por meio de um programa televisivo comemorando os quatro anos do Quarteto Fantástico, cujos integrantes são grandes celebridades por serem os únicos heróis daquela Terra.

A conhecida origem, então, é contada de forma breve, onde o grupo vai para o espaço e acaba sendo vítima de uma chuva de raios cósmicos que faz com que eles tenham o seu DNA modificado e, consequentemente, adquirindo superpoderes. Além da breve origem, o início do filme serve para ser estabelecido para o público o sentimento de família que une os quatro. Nas primeiras cenas, por exemplo, vemos a interação entre Sue e Reed, onde ela revela ao marido estar grávida. Depois vemos a interação entre Johnny e Ben. Esse sentimento de família é bem construído e é fundamental para a trama, pois com a iminente chegada do ameaçador Galactus, anunciada pela arauta do Devorador de Mundos, a Surfista Prateada, o núcleo familiar se vê ameaçado por uma exigência do vilão para não destruir o mundo do Quarteto Fantástico.

E muito desse sentimento de família se deve ao trabalho do elenco. As atuações de Pedro Pascal, Joseph Quin e Ebon Moss Bachrach são excelentes, mas a alma do grupo e do filme, como um todo, é a Sue Richards de Vanessa Kirby. O instinto de proteção da Mulher Invisível para com o filho Franklyn Richards é perfeitamente transmitido pela atriz. Vale também destacar a atuação de Julia Garner como a Surfista Prateada. Sem falar na potentíssima voz que Ralph Ineson empresta ao Devorador de Mundos Galactus.

O filme apresenta uma melhora em relação a alguns problemas que eram geralmente apontados nas produções da Marvel. Os principais deles era o uso exagerado e desequilibrado de humor nas tramas e os efeitos visuais que deixavam a desejar. O humor é usado de forma bastante equilibrada, principalmente na relação do Coisa com o Tocha Humana. Porém não é nada que destoe frente à carga dramática que é bem forte na história. E, se tem algo que dessa vez não pode ser criticado são os efeitos. O CGI é bem convincente. A textura tanto do Coisa quanto da Surfista Prateada é bem crível. Assim como as chamas do Tocha Humana. Mas é o visual de Galactus que é espetacular. O layout do vilão realmente deixa claro o tamanho da ameaça que ele representa. A direção de arte do filme também é algo notoriamente positivo.  A estética retrofuturista da Terra 828 é competentemente construída por meio tanto do figurino, quanto pelos visual dos carros e arquitetura dos edifícios, além da ótima fotografia do filme. Tudo isso contribui para que aquele mundo seja bastante crível e possibilita que a ameaça de destruição seja mais sentida pelo público.

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos prova que o subgênero de super-heróis ainda pode ter muito o que entregar se fugir de modelos engessadores, como era o caso da famigerada “fórmula Marvel”. Para além de um mero filme de super-heróis, é um bom filme de ficção científica com uma forte carga de drama e que pode representar os primeiros passos de um recomeço do MCU.